mORdenize

Jornada pública de responsabilização sobre as minhas finanças. Porque, assim, não dá para a bonita aqui ser crítica ao capitalismo e lançar mão de cheque especial, crédito especial, coisa e tal, né?... Assim, compartilho, toda terça e sexta, conteúdos que estejam me ajudando a lidar com o dinheiro, a encontrar um jeito que me faça sentido. Tudo com uma pegada beeem da #EconomiaColaborativa. Trata-se de uma página no Face (curte lá! e pede pra obter notificação, pra driblar o algoritmo do Zuckerberg, vai, vai?! =)), onde posto os conteúdos que publico no Medium. E dá para me apoiar recorrentemente, via Unlock, se o que eu compartilhar fizer sentido para você.

Recapitulando, dá para acompanhar no Facebook, no Medium e, se achar massa desse tanto ( <3 ), me apoiar no Unlock.


DESLIXE-SE

Experiência sobre o lixo que geramos coletivamente e sobre os "pedidos" do planeta para que não nos lixemos (mais) para isso. Nasceu comigo recolhendo da rua, durante 30 dias, o lixo reaproveitável alheio nos meus trajetos diários a pé. Eu contabilizava e expunha as marcas responsáveis pelos itens -- uma vez que elas 1. exaurem recursos do planeta para produzi-los; 2. são orientadas, esmagadoramente, à produção cradle to grave (linear: da fabricação ao descarte), dentro da lógica industrial, e não cradle to cradle (circular: da fabricação a nova fabricação ou retorno natural à natureza); e 3. transferem ao cidadão a responsabilidade pelo lixo que estimulam a criar em troca de lucro. No período, tirei das ruas 747 itens destas marcas aqui. Atualmente, já não recolho lixo alheio, mas sigo chamando a atenção para o tema. O que me dói mais é o plástico

Dá para acompanhar, dar ideias e juntar forças no Facebook, vem!


COISAS QUE QUERIAM SER CORAÇÃO

Registros de corações que estão por toda parte, batendo na nossa cara, pulando pelos ares, quase piscando em neon. Mas que mal vemos. Aparecem acidentais em lugares comuns como manchas de chiclete na calçada, espuminhas de capuccino, descascados em muros e paredes, ladrilhos desfalcados, azulejos craquelados, crostas de bolos, pelagem de gatos, folhinhas de louro, nuvens... Com o olhar desperto, não é difícil começar a vê-los, sutis na aspereza do dia a dia das cidades mais e mais cinzas. No fundo, tudo é uma questão de olhar, de quais lentes escolhemos usar para ver. É, assim, um convite para observar o sutil, o subjetivo, o invisível que nos une todos -- homo sapiens, todos os seres e todas as coisas -- nessa grande tapeçaria de que somos apenas parte, o planeta.

Dá para acompanhar e juntar corações no Facebook, vem!


traduções

Tradução de textos e vídeos que incidem como verdadeiros raios de sol nas escuras estruturas que condicionam nosso modo de olhar para o mundo. Dá para acompanhar a tradução em processo do livro que muito inspira este site, muito inspira a orientação de como estou no mundo, muito inspira meu olhar de confiança na emergência do novo: The more beautiful world our hearts know is possible, de Charles Eisenstein. Os capítulos de O mundo mais bonito que nosso coração sabe ser possívelcomo ficou o título em português (tem sugestão para melhorar?, conta aí! :)), estão sendo colocados à disposição no próprio site do autor -- e agora mais rápido, com a ajuda da colega Cristine Rosa <3 (quer ajudar também?, me escreve no Face!).

Dá para acompanhar aqui (livro) e no Medium, vem!


PESSOA VIVA INDO PARA PARIS. ME AJUDA? <3 :)

Empreitada pontual, em que juntei o que vim aprendendo com a Amanda Palmer à ideia que tive quando primeiro assisti ao Ted dela (em 2013, acho, e nunca pus em prática) para conseguir ir para Paris em maio de 2015, para a OuiShare Fest, o evento que reúne a comunidade da economia da colaboração e da transição para o mundo mais bonito :) <3 (sim, Charles Eisenstein foi um dos caras que falou lá!). Apoiada nas minhas experiências de ter conseguido entrar em eventos com ingressos esgotados simplesmente pedindo -- mesas da Flip em 2009, show da Clarice Falcão, palestra com Roman Krznaric -- e no que a Brené Brown fala sobre se vulnerabilizar, fiquei na esquina da Paulista com a Peixoto Gomide em abril. O objetivo era conseguir R$ 3 mil, que pagava passagem ida e volta + comida e transporte durante uma semana. Incrivelmente, juntei R$ 3,7 mil... :o <3 ( <=== queixo caído e coração grato)

Dá para saber um pouco do que foi no blog, vem!


O QUE FAÇO é livre. pode copiar, compartilhar e remixar. Só dê o crédito, ok? ;-)